Como poderia abandonar-te, ó Efraim? Entregar-te, ó Israel? Como poderia Eu abandonar-te, como a Adma, ou tratar-te como Seboim? O meu coração dá voltas dentro de mim, comovem-se as minhas entranhas». [cf. Oseias 11,1-9]
um espaço de partilha, reflexão, discussão e anuncio do amor misericordioso de um Deus loucamente enamorado por todos os que criou à sua imagem e semelhança...
sexta-feira, junho 15, 2012
O nosso coração está em Deus…
Como poderia abandonar-te, ó Efraim? Entregar-te, ó Israel? Como poderia Eu abandonar-te, como a Adma, ou tratar-te como Seboim? O meu coração dá voltas dentro de mim, comovem-se as minhas entranhas». [cf. Oseias 11,1-9]
domingo, junho 03, 2012
A dança (e)terna da Vida…
domingo, maio 20, 2012
6 anos depois...
domingo, maio 06, 2012
Permanecer...com um coração de Mãe [V Domingo Páscoa]
2. Da distracção à fidelidade
quinta-feira, abril 19, 2012
Ben(di)to o que vem em nome do Senhor...

O Papa Bento XVI celebra hoje o 7º Aniversário do seu ministério ao serviço de toda a Igreja, de toda a humanidade. Rezemos por ele.
"Em Jesus Cristo, que por nós permitiu que lhe trespassasem o seu coração, n'Ele apareceu o verdadeiro rosto de Deus. Segui-lo-emos juntos com a grande multidão de quantos nos precederam. Então caminharemos pela via justa.
Isto significa que não construímos para nós um Deus privado, um Jesus privado, mas que cremos e nos prostramos diante daquele Jesus que nos é mostrado pelas Sagradas Escrituras e que na grande procissão dos fiéis chamada Igreja se revela vivo, sempre connosco e, ao mesmo tempo, sempre diante de nós"
[Bento XVI, Colónia - JMJ 2005]
quinta-feira, março 22, 2012
...será (ainda) liberdade?
A nossa liberdade é para amar, pois uma liberdade sem amor é cegueira. A liberdade que se abre ao Amor chama-se discernimento, é esforço por vencer a banalidade, é compromisso em procurar a verdade, o bem, a beleza... Vem isto a propósito do Palavra de Deus que hoje é colocada diante da nossa inteligência e do nosso coração.
Os encontros de Jesus com os seus conterrâneos são sempre uma escola onde podemos aprender esta liberdade que conduz ao discernimento, e o diálogo de hoje é exemplo disso: diante do Dom total, verdadeira provocação à liberdade pessoal, os judeus (e nós!) recusam o dom, decidem permanecer na indiferença da incredulidade. Provocados a ir para além da lei, desafiados a ler a vida e a história em profundidade, colocados diante do grande desafio de (re)pensar a imagem que tinham de Deus (e dos homens) os judeus decidem permanecer fechados ao dom. E não é assim (tantas vezes!) connosco? Invocando a “liberdade” passamos o tempo a encontrar desculpas, ouvimos a Palavra mas não O queremos escutar, estamos no meio de todos e tantas vezes não somos presença para ninguém, dizemos amar mas a nossa disponibilidade para servir permanece somente nas “boas intenções”…Talvez te pareçam muito duras as palavras de Jesus hoje: «Eu conheço-vos e sei que não tendes em vós o amor de Deus.(…) Como podeis acreditar, vós que recebeis glória uns dos outros e não procurais a glória que vem só de Deus?»…mas uma liberdade que se constrói na recusa do dom e na indiferença será (ainda) liberdade?
Uma pergunta para o dia de hoje: O que é que andas a fazer com o dom de Deus?...




