
Virgem.
Sempre Virgem.
Sem pecado concebida.
A Ti, Jovem donzela de Nazaré,
Em quem vem habitar o Deus da Vida,
Chegam estes rogos, estes prantos…
São clamores e cantos,
São gritos de uma fé firme,
São hinos de uma voz trémula.
A Ti, Senhora do Advento,
Confio todos os meus tormentos,
O que sou e o que hei-de ser…
Em Ti, eu quero ver
O meu Redentor Vivo,
Feito homem,
Deus-Menino…
Ele, Princípio e Fim,
Fruto do amor de Deus
Que incarna com teu SIM!
4 comentários:
Amigo:
Cá passei mais uma vez pelo teu blog. E gostei do que vi.
Um grande abraço.
Amigo!!!
Tá muito lindo o poema! cada palavra está sentida, adorei!!
beijinhos!!
:))
Senhora que foste regaço do Deus Menino, sê também o nosso regaço.
Beijos peregrinos
Os dias passam a correr...e ao ler o teu poema simplesmente parei!
Nas noites destes ultimos 2 dias, passei horas a pintar postais de natal...e foi preciso vir aqui para ver que antes de lembrar a essência do Natal aos outros, tenho que ser eu a lembrá-la! Tenho que ser eu a departar-me e a maravilhar-me com este Deus que se faz menino!
Dou graças a Deus pelas a tuas palavras tão sinceras e cheias de amor me "agitarem" para o verdadeiramente essêncial.
Abraço fraterno, Ida
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