
Confiar e confiar-se, desafia-nos hoje a Palavra.
Ás vezes, no meio da tempestade, o que nos salva é isto mesmo, a certeza serena, interior, de que é por Ele, é com Ele, é nEle que os nossos passos se enchem de futuro, que outra coisa não é senão dizer, se enchem de Deus.
Este tempo em que estou, e que tem sido de grande tribulação (com muitas coisas que vejo e ouço, e com outras que pensam não vejo nem ouço...) tem sido uma oportunidade para no silêncio da noite (sempre boa conselheira) me encontrar demoradamente com Ele, pedir-lhe conselhos e confiar-me às Suas mãos...Claro que isto faz com que ande ensonado durante o dia, mas não faz mal, o essencial está ganho: estar...confiar(-me)...renovar-me...entregar-me...
Cada vez mais sinto a falta de me demorar em Adoração...dou-Lhe uma hora por dia e sei que é pouco...mas neste pouco que sou basta-me o estar e o confiar(-me).
A confiança faz-me gritar uma certeza que sempre me anima desde o dia em que percebi que Deus me chamava: "Sem a misericórdia de Deus nada sou!".
Boa Semana...como sempre, No Coração de Deus!
5 comentários:
É Jesus e Maria que nos amparam...
E quantas vezes o fazem...
beijos em Cristo e Maria
Não esta mal, mas um pouco mais de sinceridade, era muito bom.
Olá "ANÓNIMO" (ou talvez não!)...Já que és tão "sincero"...porque Te escondes?...
Pois é "a sinceridade" que "exigimos" aos outros deve levar-nos a não nos escondermos...é por medo? Creio que não.
É porque assim é mais cómodo...para Ti. Atacas no anonimato, envenenas o ambiente e continuas "Santinhos" como sempre!
Por vezes, quando imersos nas dificuldades da vida, na incompreensão de atitudes dos que connosco se cruzam, dos seus medos e angústias, é entregando-Lhe as nossas fraquezas, com Ele partilhando a nossa dor, confiando e confiando-se que alcançamos a paz e serenidade que nos enchem de Deus.
Lembro aquela vigília de Pentecostes em Fátima… Estar ali a adorá-Lo, naquele momento de profunda paz e comunhão. Foi tão sublime! Ajudou-me ver o modo simples e humilde com que se entrega, a profunda devoção com que se prostra em adoração diante d’Aquele que se entregou por nós. Obrigado.
Acredito que este tempo de tribulação que vive é o tempo privilegiado do encontro com o Pai que tão amorosamente nos Escuta, nos acolhe, nos ama… É o momento de crescimento e amadurecimento de quem ergue as mãos vazias como quem eleva uma taça, para que o Espírito Santo o renove e o preencha plenamente com a sua graça.
Sinto uma alegria imensa ao chegar diante do Pai e despojar-me de mim, de tudo o que em mim me impede de ser feliz, para que me encha do Seu Espírito, tornando-me digna de ser um instrumento da sua paz.
Sei que a graça e infinita misericórdia do Pai lhe vão permitir ver as tribulações, a tristeza, o desânimo que por vezes vive, com o Seu olhar de paternal bondade e Incomensurável amor.
“ Basta-te a Minha graça, pois é na tua fraqueza que se manifesta a Minha força”.
Rezo por si e partilho as suas intenções.
Obrigado por caminharmos juntos.
Mónica
« Ao repetir diariamente na consagração: “isto é o meu corpo entregue por vós” o padre, ao tocar o coração de Deus e ao oferecê-lo ao mundo, assume para si ser como Jesus foi e fazer como Ele fez, é por isso que o padre continua a ser hoje para o mundo, tal como Jesus, o escândalo de uma vida totalmente entregue a Deus para servir plenamente a humanidade. Um sinal de amor, o mesmo amor com que Deus amou o mundo e ao qual deu o Seu Filho, aquele amor que jamais passará (cf. 1 Cor 13, 13)».
Paz e bem!
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